A Passagem das Horas [trecho]

 

Torna-me humano, ó noite, torna-me fraterno e solícito.

Só humanitariamente é que se pode viver.

Só amando os homens, as ações, a banalidade dos trabalhos,

Só assim – ai de mim! -, só assim se pode viver.

Só assim, ó noite, e eu nunca poderei ser assim.

 

Álvaro de Campos.

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