Um pedido aos amigos

Quem anda comigo sabe que eu não sou o maior fã de música gospel desse mundo. Pelo contrário. Mas, por educação e para manter algumas amizades, já baixei tom das críticas a esse segmento e até ouço e toco por aí quando falta um músico mais indicado.

Porém, nos últimos dias, sem que eu nada pudesse fazer para evitar, minha aversão ao estilo subiu a patamares inexplicáveis. Logo, rogo humildemente, que não me convidem para ouvir ou tocar essas músicas por aí.

Eu não posso fingir algo que não sou, e, infelizmente, é assim que eu me sinto quanto toco ou ouço músicas desse estilo, com raríssimas exceções, tipo Leonardo Gonçalves.

Passei boa parte do meu tempo na igreja, mergulhado em tudo que leva o adjetivo gospel e não me fez bem. Todo esse tempo conservo na memória apenas para fins pedagógicos.

De modo que, sempre que me vejo reaproximando de algo que me lembre a realidade antiga, não me sinto à vontade e fico desconfortável com a situação e nem dedico a atenção que o ofício merece.

Não o reprovo se ouve, canta, toca e curte o estilo. Se lhe faz bem, prossiga. Comigo é que não funciona por muitas razões.

Encerro esse pedido citando dois homens de Deus:

“Espero que vocês suportem um pouco da minha insensatez. Sim, por favor, sejam pacientes comigo” (Paulo em II Cor 11).

“Não me leve a mal, me leve apenas para andar por aí” (Chico em “Leve”)

🙂

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